Apesar dos pesares, trabalhemos pelo bem!

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Toda vez que as circunstâncias te compelirem a modificar o roteiro da própria vida, prefere o sacrifício de ti mesmo, transformando a tua dor em auxílio para muitos, porque todos aqueles que recebem a cruz, em favor dos semelhantes, descobrem o trilho da eterna ressurreição. Emmanuel / F. C. Xavier (Fonte Viva)

Há livros que são inspiradores. Há filmes que também despertam o sentimento cristão que todos carregamos, ainda que, por vezes, esteja adormecido.

Uma dessas obras é o filme “Madre Tereza“. Não é novo, foi produzido em 2003, ano em que a Madre foi beatificada pela Igreja e, sempre que necessário, deve ser revisto. É uma lição.

A passagem que inspirou este post consiste no diálogo em que a personagem principal demonstra sua fragilidade diante das vicissitudes da vida e, perante a dor, perante a escuridão que lhe invade a alma, ela não desiste, não esmorece. A dor é motivo para renovar sua fé, renovar seus votos e seu amor ao Cristo.

Em carta, escreveu ela em 1953:

Por favor reze especialmente por mim para que não estrague a obra d’Ele e que Nossa Senhor possa se mostrar – pois há uma escuridão tão terrível dentro de mim, como se tudo estivesse morto”. Tem sido assim mais ou menos desde que dei início à ‘obra’.

Apesar dos tormentos internos, Madre Tereza nunca deixou de trabalhar pelos necessitados, dizendo que o lugar de um ser humano é onde precisam dele, e assim ela fez, assim viveu.

Em uma de suas cartas ao Padre Neuner, disse:

Pela primeira vez ao longo de 11 anos – cheguei a amar a escuridão. Pois agora acredito que é parte, uma parte muito, muito pequena da escuridão e da dor de Jesus neste mundo. O Senhor ensinou-me a aceitá-la [como] um ‘lado espiritual de sua obra’. Hoje senti realmente uma profunda alegria – que Jesus já não pode passar pela agonia – mas que quer passar por mim. Abandono-me a Ele mais do que nunca – sim – mais do que nunca estarei à disposição.

As experiências pelas quais passou merecem nossa atenção e reflexão, a fim de que estejamos mais ou menos preparados, também, para o momento em que  o Cristo necessitará de nós para viver a agonia deste mundo e assim, quem sabe, poder tornar nossos fardos muito mais leves.

Muita paz

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