Arquivo mensal: setembro 2013

Presença da mulher

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A presença feminina, nos diversos segmentos da sociedade, vem mostrando o valor de um ser que sempre foi discriminado. A História está repleta de fatos que colocam a mulher em condição de inferioridade. A Doutrina Espírita reconhece a grandeza deste ser que, mesmo quando cumpre a nobre missão da maternidade ou se torna mãe adotiva, tem sofrido ingratidões. No dia 18 de abril de 1857, um sábado de primavera, O Livro dos Espíritos e Allan Kardec, foram, pela primeira vez, apresentados ao público na Livraria E. Dentu, Galeria de Orléans nº 13, Palácio Royal, Paris, França. O sr. Hippolyte León Denizard Rivail, homem muito reconhecido, na Europa, pela sua cultura, fora convidado pelos Espíritos Superiores para codificar o Espiritismo. Não querendo, porém, que seu nome pudesse influenciar as pessoas, preferiu, humildemente, adotar o pseudônimo Allan Kardec.

Na referida obra, Terceira Parte, capítulo 9, Lei de Igualdade, trata da “Igualdade dos direitos do homem e da mulher”, nas questões 817 a 822-a. Vejamos apenas as duas primeiras perguntas.

Kardec indagou: – O homem e a mulher são iguais perante Deus e têm os mesmos direitos?

Resposta: – Deus não deu a ambos a inteligência do bem e do mal e a faculdade de progredir?

Na questão 818, o codificador insiste: – Donde provém a inferioridade moral da mulher em certos países?

Os espíritos instrutores elucidam, afirmando:

– Do domínio injusto e cruel que o homem exerceu sobre ela. Uma consequência das instituições sociais do abuso da força sobre a debilidade. Entre os homens pouco adiantados do ponto de vista moral a força é o direito.

Vale a pena examinar, no mesmo capítulo, as demais questões desse assunto.

Nilton Santos é membro do Núcleo Espírita Bittencourt Sampaio.
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Memórias de Um Suicida – Versão Audionovela

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Radionovela Memórias de um Suicida – Uma lição de arrependimento e renovação

Lançada a radionovela Memórias de um Suicida, que apresenta em 41 capítulos a trajetória do Espírito Camilo Cândido Botelho (pseudônimo), que cometeu suicídio em 1º de junho de 1890, se descobriu vivo no Mundo Espiritual, além de ver seus dramas serem dolorosamente multiplicados por mais de 50 anos de padecimentos e remorsos, jamais experimentados por ele na Terra.

A obra Memórias de um Suicida foi psicografada pela médium Yvonne do Amaral Pereira, sendo a trama do livro transformada em novela por iniciativa do radialista Paiva Netto. A produção conta com os principais dubladores do país, além de uma trilha sonora emocionante e efeitos especiais.

O lançamento ocorreu em todas as Igrejas Ecumênicas da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo dentro da Cruzada Salvemos Vidas e Almas para Deus que ensina “O suicídio não resolve as angústias de ninguém”. Os direitos autorais pertencem à Federação Espírita Brasileira (FEB), que gentilmente autorizou a sua radiofonização.

A Federação Espírita Pernambucana é também parceira da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo. A radionovela Memórias de um Suicida pode ser adquirida ao valor de R$29,90 (vinte e nove reais e noventa centavos) na Livraria da FEP, localizada à Avenida João de Barros, 1629 – Bairro do Espinheiro – Recife/PE.

Fonte: http://federacaoespiritape.org/radionovela-memorias-de-um-suicida/