Espiritismo e mercado editorial

movimento

No ano de 1972, no livro Sementeira da Fraternidade, psicografado por Divaldo Franco, vários espíritos escreveram mensagens doutrinárias. Na crônica 18, Vianna de Carvalho fala da responsabilidade do espírita, afirmando que este tem “o dever de estudar e aplicar as nobres lições do Espiritismo”. Em seguida, elucida:

– Até hoje o egoísmo tem exercido sobre o espírito humano um soberano comando. O Espiritismo, preconizando o amor que liberta e a fraternidade que socorre, é o mais severo adversário desse sicário destruidor.

No referido artigo, intitulado Espiritismo estudado, o autor lembra: ” (…) há que fazer justa quão indispensável diferença entre o Espiritismo e o Movimento Espírita”.

Após alguns comentários, Vianna adverte:

– O movimento espírita cresce e se propaga, mas a Doutrina Espírita permanece ignorada, quando não adulterada em muitos dos seus postulados, ressalvadas as excelentes e incontáveis exceções.

Diante de tanta divulgação com o rótulo espírita, mas que não é Doutrina Espírita, precisamos ler a recomendação que Kardec escreveu, no início do capítulo 3, em O livro dos médiuns:

– Dissemos que o Espiritismo é toda uma ciência, toda uma filosofia. Quem, pois, seriamente queira conhecê-lo deve, como primeira condição, dispor-se a um estudo sério e persuadir-se de que ele não pode, como nenhuma outra ciência, ser aprendido brincando.

Nilton Santos, membro do Núcleo Espírita Bittencourt Sampaio, no Recife. Baseado em texto publicado no Jornal do Commercio de 9 de junho de 2013.
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