Arquivo mensal: janeiro 2016

Estudando André Luiz

serie andre luiz

Com este tema, o CELAC promoveu neste final de semana, durante o carnaval fora de época da cidade de Juazeiro/BA, uma rodada de estudo das obras de André Luiz, que retratam a vida no plano espiritual e suas relações com a realidade material em que vivemos.

O sucesso do encontro estimulou a equipe a estudar a implantação de um estudo sistematizado das obras mediúnicas do autor espiritual que chegou até nós pelas mãos do médium Chico Xavier em meados do século passado e que até hoje é fonte de inúmeros apontamentos doutrinários e relevantíssimos para o desenvolvimento e pleno conhecimento da doutrina espírita.

Assim que for definida a data de início dos encontros de estudo – que já se sabe serão nas tardes de sábado – estaremos divulgando por este veículo.

Como diz Emmanuel, a maior caridade que se faz pela doutrina espírita é a sua divulgação.

Parabéns ao CELAC e toda a equipe pela feliz iniciativa.

 

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Pacificação

“Bem-aventurados  os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.” – MT 5:9

Mas que queria Jesus dizer por estas palavras: “Bem-aventurados os que são brandos porque possuirão a Terra”, tendo recomendado aos homens que renunciassem aos bens deste mundo e havendo-lhes prometido os do Céu?

“Enquanto aguarda os bens do Céu, tem o homem necessidade dos da Terra para viver. Apenas, o que ele lhe recomenda é que não ligue a estes últimos mais importância que aos primeiros.” (ESE – Cap. 9:5)

Escutaste interrogações condenatórias, em torno do amigo ausente.

Informaste algo, com discrição e bondade, salientando a parte boa que o distingue, e, sem colocar o assunto no prato da intriga, edificaste em silêncio, a harmonia possível.

Surpreendeste pequeninos deveres a cumprir, na esfera de obrigações que te não competem. Sem qualquer impulso de reprimenda, atendeste a semelhantes tarefas, por ti mesmo, na certeza de que todos temos distrações lamentáveis.

Anotaste a falta do companheiro. Esqueceste toda preocupação de censura, diligenciando substitui-lo em serviço sem alardear superioridade.

Assinalaste o erro do vizinho. Foges de divulgar-lhe a infelicidade e dispões-te a auxiliá-lo no momento preciso, sem exibição de virtude.

Recebeste queixas amargas a te ferirem injustamente. Sabes ouvi-las com paciência, abstendo-te de impelir os irmãos do caminho às teias da sombra, trabalhando sinceramente por desfazê-las.

Caluniaram-te abertamente, incendiando-te a vida. Toleras serenamente todos os golpes, sem animosidade ou revide e, respondendo com mais ampla abnegação, no exercício das boas obras, dissipas a conceituação infeliz dos teus detratores.

Descobriste a existência de companheiros iludidos ou obsedados que se fazem motivos de perturbação ou de escândalo, no plantio do bem ou na seara da luz. Decerto, não lhes aplaudes a inconsciência, mas não lhes agravas o desequilíbrio, através do sarcasmo, e oras por eles, amparando-lhes o reajuste, pelo pensamento renovador.

Se assim procedes, classificas-te, em verdade, entre os pacificadores abençoados pelo Divino Mestre, compreendendo, afinal, que a criatura humana, isoladamente, não consegue garantir a paz do mundo, no entanto, cada um de nós pode e deve manter a paz dentro de si.

Livro da Esperança (Chico Xavier/Emmanuel)