A conquista

Por Teresa Cristina Soares, Centro Espírita ‘O Codificador’

Saulo, Saulo, porque me persegues?

Foi preciso que Saulo perdesse a visão para poder enxergar, ouvir, encontrar e seguir os ensinamentos de Jesus; e quantos O conhecem, ouvem seus ensinamentos, mas, no entanto não O seguem! Preferem caminhar como cegos.

A conquista interior dependerá da visão espiritual (luz) que pretendemos dar a nossa vida, ou seja, o que realmente queremos enxergar, ouvir e seguir.

No plano espiritual assumimos compromissos e responsabilidades morais da qual desejamos; cabendo a nós a conquista e a vitória de suas realizações. Tudo fazendo para vencer evitar os fracassos, e adquirir forças para ultrapassar todos os obstáculos.

Na vida passamos por desencantos, cabe a nós, no entanto, conquistar a verdadeira felicidade, propondo-nos ao arrependimento das nossas faltas, para poder conquistar os verdadeiros sentimentos.

Conquistar é vencer, e é por isso que aqui estamos para vencer as nossas fraquezas reencarnatória, e isto não se dar facilmente, pois, grandes esforços serão necessários para a nossa transformação, porque ainda vivemos presos ao passado, e a ele nos habituamos e com ele ainda nos iludimos. E quando partimos para a luta do desprendimento e começamos a batalha do desejo de aprimorar nosso espírito, tentando levá-lo à elevação espiritual, voltamos a encontrar com mais intensidade os nossos vícios e fraquezas com mais frequência, sofrendo de novo as mesmas tentações.

Por isso se faz necessário conquistar trabalhos que faça despontar dentro de nós novos sentimentos e luz

Por isso se faz necessário conquistar trabalhos que faça despontar dentro de nós novos sentimentos e luz. E para que isso aconteça é necessário saber conquistar a solidão da meditação, para assim nos aprofundar na compreensão de nós mesmos, para podermos restabelecer o equilíbrio do nosso espírito, para agir e viver com serenidade; conquistando assim a nossa própria experiência no grande aprendizado da vida.

Tudo isso ocorre porque apenas conhecemos a superfície dos desígnios de Deus para conosco; e assim nos deixamos levar pelo fogo dos vícios e erros que escraviza, tornado-nos infelizes e insatisfeitos; aí é quando a nossa serenidade é roubada, assim como a paz.

Vivemos no mundo guiado pelos instintos. Nosso raciocínio é muitas vezes moroso, mas nada nos impede de sentir as consequências de nossas ações. porém, habituados a lutar para sobreviver, nos esquecemos de conquistar a evolução para o nosso espírito.

Que na estrada da vida possamos buscar a conquista, a vitória que nos leve ao caminho da evolução, da luz e do aprendizado; e que Deus possa ter compaixão, piedade e misericórdia de nós, assim como teve com Saulo, para que nós um dia possamos nos transformar em um Paulo.

Publicado no Jornal do Commercio de Pernambuco, 04 jul 2016.
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