Arquivo da categoria: Religiões

Cinco casos intrigantes de suposta reencarnação

http://www.mundointrigante.com.br/5-casos-intrigantes-suposta-reencarnacao/

Todas as religiões se identificam num ponto: a alma e a sua sobrevivência à destruição do corpo físico.

No entanto, a reencarnação não é ponto pacífico. Nesta matéria temos a descrição de alguns casos com fortes evidências da ocorrência do que os espíritas denominam multiplicidade de existências.

Boa leitura.

Anúncios

Os vieses da vingança

Alguns filósofos a encaram como um reparo desejável contra a injustiça, outros como desnecessária por abalar a tranquilidade de quem a persegue. Apesar de opostas, as duas visões concordam em um ponto: a vingança interfere em nossas possibilidades de ser feliz

Muitos, obviamente, se questionam sobre a sugestão psicanalítica para a vingança. A resposta é simples, não há.

Filosofia e Psicanálise se aproximam quando constatam que não é fácil viver. De que não existem respostas prontas ou universais para todos os casos. Por isso, os conselhos geralmente são ruins e desnecessários. O único convite que ambos sugerem é o de refletir melhor sobre a vida que se leva. Sobre as decisões a se tomar. Pensar sobre nossas tristezas e possibilidades de alegria. Com ou sem vingança. Questão genuinamente filosófica sobre a vida que vale a pena ser vivida.

Trecho de artigo publicado no portal ‘Ciência & Vida’.

Para ler o artigo completo, acesse: psiquecienciaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/46/artigo170084-6.asp

Biocentrismo – uma teoria científica da alma?

image

O biocentrismo é classificado como uma Teoria de Tudo e deriva das palavras gregas para “centro da vida”. A teoria baseia-se na concepção de que a vida e a biologia são centrais à realidade e é a vida que cria o universo e não o contrário.

Para explicar melhor esta teoria, Lanza utiliza o exemplo de como percepcionamos o mundo à nossa volta. De acordo com o cientista, uma pessoa vê o céu e é lhe dito que a cor que está vendo é azul, mas as células do cérebro humano podem ser modificadas para criarem a percepção de que o céu é verde ou vermelho.

Baseado neste exemplo, Lanza defende que é a nossa consciência que “percebe” o mundo e que pode ser alterada para modificar esta interpretação. Interpretando o universo sob um ponto de vista biocentrico, significa que o espaço e tempo não se comportam da forma que a nossa mente nos indica.

Conclusão: o tempo e espaço são simplesmente “ferramentas da nossa mente”.

Se aceitarmos esta teoria, significa que a morte e a ideia de imortalidade existem num mundo sem barreiras espaciais ou lineares. Assim, Lanza defende que quando morrermos, a nossa vida torna-se numa “flor perene que volta a desabrochar no multi universo”.

Fonte: http://www.guia.heu.nom.br/Biocentrismo.htm