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Memórias de Um Suicida – Versão Audionovela

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Radionovela Memórias de um Suicida – Uma lição de arrependimento e renovação

Lançada a radionovela Memórias de um Suicida, que apresenta em 41 capítulos a trajetória do Espírito Camilo Cândido Botelho (pseudônimo), que cometeu suicídio em 1º de junho de 1890, se descobriu vivo no Mundo Espiritual, além de ver seus dramas serem dolorosamente multiplicados por mais de 50 anos de padecimentos e remorsos, jamais experimentados por ele na Terra.

A obra Memórias de um Suicida foi psicografada pela médium Yvonne do Amaral Pereira, sendo a trama do livro transformada em novela por iniciativa do radialista Paiva Netto. A produção conta com os principais dubladores do país, além de uma trilha sonora emocionante e efeitos especiais.

O lançamento ocorreu em todas as Igrejas Ecumênicas da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo dentro da Cruzada Salvemos Vidas e Almas para Deus que ensina “O suicídio não resolve as angústias de ninguém”. Os direitos autorais pertencem à Federação Espírita Brasileira (FEB), que gentilmente autorizou a sua radiofonização.

A Federação Espírita Pernambucana é também parceira da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo. A radionovela Memórias de um Suicida pode ser adquirida ao valor de R$29,90 (vinte e nove reais e noventa centavos) na Livraria da FEP, localizada à Avenida João de Barros, 1629 – Bairro do Espinheiro – Recife/PE.

Fonte: http://federacaoespiritape.org/radionovela-memorias-de-um-suicida/
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A viagem de uma alma

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Um dos assuntos mais complexos na doutrina espírita é o mundo espiritual. Os espíritos quando se comunicam não podem descrever minuciosamente o ambiente espiritual, não somente por não existir vocabulário nos idiomas da terra que pudesse exprimir de modo claro o assunto, mas sobretudo porque a verdade deve ser uma busca permanente. A afirmação da existência do céu e do inferno não mais satisfaz o homem e a mulher modernos na ânsia de melhor explicação do porquê da vida e da morte, mantendo-se na angustiada situação de que a vida é um ponto de interrogação entre o berço e o túmulo. Quanto à existência do mundo espiritual não há qualquer dúvida a respeito, mercê de vários fatos concretos e trazidos ao público por meio de literatura, especialmente aquelas escritas por cientistas.

Na busca de obras que tratem do assunto, deparei-me com um livro que já vendeu mais de 150.000 exemplares. Trata-se da obra A viagem de uma alma, escrita por Peter Richelieu, editado pela Editora Pensamento. O autor narra a jornada de um homem que, depois da morte do irmão, entra em estado de depressão e implora ajuda aos céus para compreender essa perda. Seu apelo é atendido e ele recebe a visita de Acharya, um mestre indiano, que lhe diz que seu irmão está vivo e oferece-lhe uma oportunidade para se certificar disso. Valendo-se da projeção astral, ele empreende uma série de viagens aos diversos subplanos do plano astral, onde descobre que tipo de experiência aguarda os seres humanos apos a morte. Cada nível ensina alguma coisa nova e possibilita uma percepção direta dos mistérios desconhecidos da vida e da morte. Após vários encontros com os que se foram, entre os quais o irmão, ele compreende que é irracional temer a morte.

Esta obra investiga o mundo dos elementos da natureza desde fadas até anjos -, a reencarnação, o karma, a vida após a morte e o livre-arbítrio. Uma obra tão rica e cativante que faz o leitor sentir que ele próprio também está se submetendo a uma iniciação nos mistérios da vida. Na viagem astral de que trata a obra é explicitado o que seja o corpo astral, composto de matéria muito mais fina do que a física, o qual pode viajar em torno do mundo em cerca de dois minutos e meio. É uma oportunidade feliz de descobrir como vive o mundo espiritual.

Muito embora não se trate de uma obra espírita, uma vez que o seu texto não traz qualquer menção expressa, todos os homens e mulheres, iguais em espírito, quando adormecem, tendem sempre a realizar viagens astrais. Para tanto, poderão receber instruções por meio do site www.serespiritual.org.

Ubirajara Emanuel Tavares de Melo, Vice-Presidente da ADE, diretor do NEIL. Texto publicado no Jornal do Commercio de 07 de julho de 2013.

Médiuns e mediunidade, ontem e hoje

Prosseguindo com a entrevista de Divaldo Pereira Franco para o Jornal do Commercio, edição de 02/09/2012, selecionamos o trecho em que se aborda a mediunidade, seus mecanismos e seu papel atual, tanto para a doutrina espírita como para o amadurecimento geral da humanidade.

JC – Nas suas palestras, o senhor faz um grade apanhado histórico, citando fatos em ordem cronológica e personagens pouco conhecidos. O senhor estuda muito ou esse conhecimento vem da espiritualidade, por inspiração?

DIVALDO – Estudar é impossível, pois não tenho tempo. Somente os e-mails me tomam duas horas diárias. As viagens são ininterruptas. A administração de nossa instituição, que atende a mais de cinco mil pessoas por dia, também me toma um tempo imenso e as psicografias consomem, em média, quatro horas diárias. Toda base original é inspirada. Naturalmente, face à minha idade avançada e à minha experiência, eu guardo muitas informações. Cada palestra me enriquece pelo que chega do mundo espiritual. E vai adicionando aos conhecimentos que vou armazenando ao longo do tempo. Então, há um misto de inspiração que coordena e traz dados novos e o conhecimento anterior, resultado da própria experiência.

JC – O processo de psicografia é mecânico? A informação passa por sua mente ou o texto vai direto para o papel?

DIVALDO – Vai direto para o papel. Às vezes chega suavemente a ideia. Eu me coloco à disposição, os espíritos tomam o braço, eu vou escrevendo, tendo a ideia do que estou escrevendo. Quando se trata de romance mediúnico, tenho a visão psíquica do que estou descrevendo (o fato). Mas na maioria das vezes é automático.

JC – O século 19 foi marcado por grandes médiuns, como a italiana Eusápia Palladino (testada pelo cientista italiano Cesare Lombroso) e o escocês Daniel Douglas Home, que possuíam muitas aptidões, como o senhor e Chico Xavier. Mas eles estão escasseando. Isso faz parte desse processo de evolução?

DIVALDO – O fenômeno foi para chamar atenção. Depois de confirmada a sua legitimidade, agora o que interessa é o comportamento humano. Provada a imortalidade da alma, não temos alternativa senão comportamo-nos como aqueles que acreditam que a vida continua. A fenomenologia continuará, porém menos ostensiva.

JC – Então, a grande finalidade das manifestações era comprovar a imortalidade da alma?

DIVALDO – O objetivo essencial era chamar atenção, depois delinear objetivos filosóficos e morais e, por fim, convidar o indivíduo à prática do cristianismo puro, conforme Jesus e seus apóstolos viveram.